Pular para o conteúdo principal
Amazônia: Esse é o meu mundo!!!



As imagens da Amazônia que apareciam nos livros didáticos, quando eu
ainda era uma menina, em minha saudosa cidade de Aracruz, situada no interior
do Estado do Espírito Santo, pouco se assemelham às exuberantes imagens
amazônicas que meus olhos tiveram o privilégio de vislumbrar. São tantos os
encantos, são tantas as incontáveis belezas, que por melhor que seja o artíficie
da fotografia; nada se compara ao prazer indelével de desfrutar a olho nu, o tão
grandioso espetáculo da natureza, intitulado: Amazônia!
Neste lugar mágico, todos os sentidos se fortalecem! Viver ou vir à
Amazônia engrandece a vida e humaniza a alma!
Na Amazônia os olhos se tornam máquinas captadoras de imagens
indescritíveis, os ouvidos se tornam gravadores de sons inigualáveis, o olfato
humano, assemelha-se ao dos bichos, torna-se sensível, perito na arte dos
cheiros. O paladar, se satisfaz com uma culinária única, que se vale dos segredos
místicos dos indígenas, para enfeitiçar pela boca, os que por aqui passam.
E o melhor, o corpo é transformado. Não existe ser humano de alma e
espírito que pise neste solo, e não perceba a força da vida que emana da Mãe
Natureza.
Na Amazônia o tato humano é restaurado!
A ideia de começar a escrever sobre a Amazônia, seus cantos e encantos,
surgiu a partir do momento em que tive a magnífica oportunidade de morar no
meio da Floresta Amazônica.
Sinto-me nortista de coração, pois aprendi a amar e a valorizar essa terra
tão abençoada pelas mãos poderosas do Criador.
O povo nortista, sua vasta cultura, sua hospitalidade, encantam-me!
Como me enche de orgulho fazer parte deste Brasil, tão fantástico e
singular em suas características regionais.
A região amazônica está fortemente representada por essa população
extraordinária, que compõe a Região Norte do Brasil. Um povo guerreiro,
festeiro e acolhedor!
Ah! Quem dera que todos os brasileiros contemplassem as belezas que
existem pelas bandas de cá...
Ah! Quem dera que toda criança brasileira tivesse o prazer de deliciar-se
com o açaí ainda na meninice...
Tudo aqui no Norte, respira e inspira cultura!
As instigantes artes tapajônicas e marajoaras, os rios de encanto
avassalador, as florestas imponentes que formam do alto dos céus, o magnífico
tapete esverdeado amazônico!
Ah! Região Norte! Também sou deste chão, onde quem reina é o povo!
Amazônia! Amazônia como eu a amo! Como amo essa maravilhosa e inspiradora
casa verde!
Foi através da enorme admiração e carinho por essa região encantadora
de nosso lindo Brasil, que nasceu em meu ser, o desejo de escrever estes
inéditos contos amazônicos.
Espero que eles contribuam de forma significativa para seu crescimento
intelectual, social e humano.
Esta coletânea de contos, lhe revelará os segredos de uma Amazônia,
ainda mais encantadora, do que esta que já conhecemos. Uma Amazônia contada
por quem à ama, para aqueles que a amam, e para os que ainda despertarão o
desejo de amá-la.
“Amazônia: Eu conto e me encontro”, é um livro recheado de aventuras,
romances, valorização da floresta e dos povos indígenas.
Um livro que irá despertar em você, o desejo de aprender mais e mais, sobre
essa floresta fabulosa que chamamos de “Floresta Amazônica"


Carmem Elizabete Garuzzi Gonçalves

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Maria da Penha, uma heroína brasileira!

  Pense em uma mulher forte! Pensou? Quando penso em uma fortaleza humana, inevitavelmente penso em Maria da Penha! A cearense nascida no mesmo ano que se findou a Segunda Guerra Mundial (1945) travou muitas batalhas em sua vida! Ainda jovem, mãe de três filhas pequenas, ela se viu paraplégica devido a um tiro traiçoeiro que seu parceiro lhe dera, enquanto dormia! O parceiro a atingiu e fingiu se tratar de um suposto assalto à casa da família! O que fez com que Maria da Penha, após passar meses no hospital entre a vida e a morte, voltasse para casa do seu algoz! Que desta vez tentou matá-la eletrocutada enquanto tomava banho! Maria da Penha finalmente consegue se afastar de seu agressor; e a partir de então trava uma guerra incansável pelos direitos das mulheres, vítimas de violência doméstica! No dia 07 de Agosto de 2006, foi sancionada no Brasil, a lei que carrega o peso do seu nome: A Lei Maria da Penha! A Lei busca ser um escudo de proteção para as mulheres vítimas de violência...

A arte da Manipulação

A arte da Manipulação Manipular é uma arte! Leia com atenção… Manipular é uma arte! A arte de engessar opiniões De minimizar idéias De assassinar argumentações! A arte da manipulação Segrega vidas… Cria escravos de pensamentos alheios E não seguidores de ideais A Arte da manipulação Enterra talentos… Embaça a criatividade E fortalece covardes! Manipuladores… Líderes em potencial? Sonoro Não! Líderes não manipulam a ação… Líderes nos convidam á reflexão! Manipular é uma arte! Artimanha de quem é fraco… E tem medo de ser contrariado Artimanha de quem é pequeno Reles humano, vil psicopata! Um artista do individual Enganado por si mesmo Escravo de sua própria arrogância Condenado a viver pra sempre Manipulando a si mesmo! (Carmem Garuzzi)

Mulher só não é melhor, por pura malandragem das vogais!

Eu nasci em uma cidadezinha no interior do Espírito Santo, que se chama Aracruz! Cresci em uma família de 3 irmãs!  Ana, a primogênita, eu, a filha do meio, e Sueli a caçulinha!! Tivemos uma infância simples, mas muito feliz!! Vivíamos próximo à família do meu pai (próximo mesmo, mas isso é outro post)! E pasmem-se! Minha avó teve 09 filhos (meninos, homens, machos)!! Portanto é inevitável dizer, que cresci em um ambiente predominantemente masculino! Preciso dizer que meus tios, sempre foram/são amorosos, carinhosos e cuidadosos!! Porque iniciei o texto assim? Porque apesar do enorme número de "homens em minha vida"; três mulheres, foram e sempre serão a minha grande inspiração! Minhas avós e minha mãe! Se com meu pai e meus tios, eu aprendi a ser atenta, com essas mulheres eu aprendi a ser sagaz!! Se com eles aprendi a ser rápida, com elas aprendi que mais importante que a velocidade é a direção! Com eles aprendi que menina forte não chora; com elas aprendi que chorar faz be...